Reflexão - Escrito por Ruben Holdorf em agosto 7, 2007 11:22 - 1 Comentário
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Antes da queda do muro de Berlim, símbolo da divisão do poder mundial entre capitalistas norte-americanos e socialistas soviéticos, havia muita especulação em relação aos eventos finais da História terrestre. Dentre os discursos e sermões escatológicos, destacava-se aquele que reforçava um iminente conflito nuclear. Há quase dois milênios, no entanto, Jesus enumerou uma série de [...]
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Antes da queda do muro de Berlim, símbolo da divisão do poder mundial entre capitalistas norte-americanos e socialistas soviéticos, havia muita especulação em relação aos eventos finais da História terrestre. Dentre os discursos e sermões escatológicos, destacava-se aquele que reforçava um iminente conflito nuclear. Há quase dois milênios, no entanto, Jesus enumerou uma série de sinais, cuja intensidade cresceria ao se aproximar Sua vinda. Mas nenhum deles deveria motivar a marcação de datas. “E será pregado este Evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mateus 24:14), salientou Jesus.
Não são poucos os cristãos conectados a este versículo, aguardando dados de pesquisa que revelem o avanço da pregação do Evangelho em países não-alcançados. Muitos deixam de cumprir sua missão do “ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28:19), na expectativa de conhecerem quantos países ainda restam para evangelizar. Esses projetam se alinhar à missão ordenada por Cristo quando faltar apenas uma nação. Pretendem aproveitar a vida ao máximo, modo indolente, até aquele derradeiro instante de decisão.
Semelhantes aos europeus, cujos templos se transformaram em museus, escolas, repartições públicas ou, simplesmente, ficaram abandonados, há professos cristãos questionando a promessa da volta de Jesus. Paulo alerta ser “hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Romanos 14:11).
Última barreira
Atualmente, há 24 países onde as leis não permitem a entrada do cristianismo. Todavia, a mensagem da volta de Cristo já encontrou adeptos nesses países pela via não-oficial. Existem milhares de seguidores do islã crendo em Jesus. Assim como os islâmicos levantaram uma proteção contra as investidas da cultura ocidental, na Europa o materialismo aprofunda raízes, combatendo o criacionismo e a esperança em Jesus. Quando se discute para onde enviar missionários, o velho continente europeu passa a priorizar as atenções evangelísticas de outros povos.
Quem acha ser o mundo islâmico a última barreira para a pregação do Evangelho, engana-se. Em Mateus, capítulo 24, versos 45 e 46, Jesus elogia “aquele servo a quem Seu Senhor, quando vier, achar fazendo assim”, referindo-se à prática da boa mordomia, isto é, a eficaz administração da missão confiada.
Assim como desabou o muro de Berlim e almeja-se romperem a muralha comunista da China, o véu islâmico e o materialismo dos países ricos, acima de tudo Deus deseja transformar o coração humano. Descrevendo as conseqüências do pecado, o profeta Jeremias considerou enganoso o coração, “mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9).
Apesar de a Bíblia confirmar a maldade do coração, as pessoas não reconhecem esse defeito, imaginando serem boas. São cristãos iludidos. Jesus recorda essa situação relatando que naquele dia muitos dirão: “Senhor, Senhor! Porventura não temos profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi explicitamente: ‘Nunca Vos conheci. Apartai-vos de Mim os que praticais a iniqüidade.” (Mateus 7: 22 e 23) Mais adiante, em Mateus, capítulo 12, verso 34, Jesus explica que “a boca fala do que está cheio o coração”. Os falsos envolvimentos na obra de pregar o Evangelho terão seu resultado final. O verso 30 de Mateus 24 sugere o lamento de todos os povos da Terra por ocasião do aparecimento de Jesus “vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória”.
O apóstolo João adiantou a promessa de Jesus aos fiéis co-participantes da missão evangelística. “Eis que venho sem demora e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras”, garante aquEle que comissionou Sua Igreja ao trabalho de repartir as boas-novas de salvação.
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Pablo Gomes
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PAZ DO SENHOR
MUITO ME ALEGRO EM SABER QUE MESMO AONDE NÃO PODE PREGAR O EVANGELHO TEM CRENTE INDO PREGAR CONTINUE FAZENDO ESSE TRABALHO QUE A BIBLIA DIZ QUE ATE UM COPO DE AGUA QUE DAMOS TEREMOS GALARDÃO NOS CÉU.
ASS: CONFERENCISTA PABLO GOMES.